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Missão - Oráculo

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Missão - Oráculo

Mensagem  Percy Lovegood em Sab Set 10, 2011 11:19 pm

Individual ou em Grupo: Grupo
Nome(s) do(s) participante(s): Jason Grace e Alice
Equipamento que irão levar na missão: armas e comida
Porque quer ir em missão? Para ganhar prémios. Para viver uma aventura grega! Para LUTAR!!! Very Happy

Percy Lovegood


Dracmas : 71,5
Poder : Raios e Ar
Pégaso : Black Pearl

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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Oráculo em Sab Set 10, 2011 11:26 pm

Profecia:

Para Oeste terão de seguir.
Criaturas muito perigosas terão de enfrentar.
O Lenço de Ouro de Afródite encontrarão.
Um amigo irão fazer.
Recompensados serão.

Oráculo


Dracmas : 10

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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Alice em Seg Set 12, 2011 1:06 pm

Algumas horas depois da profecia nos ter sido dada, já estava eu na cabana a preparar as minhas coisas. De entre os meus pertences, tive que escolher o que levar. Ambas as armas iriam, isso era óbvio! A minha faca, Vulnéra, que me era bastante útil em combates a curta-distância, e o meu arco (pois, como poderia ousar chamar-me filha de Apolo se não soubesse usar um?). Separei uma muda de roupa, e enfiei-a na mochila, juntamente com toda a comida que cabia lá dentro. Batatas fritas, salgadinhos, sandes, água...enfim, com comida não se brinca! Depois de me lembrar de juntar uma bússola às restantes coisas, e de algum esforço, fechei a mochila; amarrei as minhas facas ao cinto, e enchi a minha aljava ao máximo, colocando-a às costas logo de seguida. Estava pronta. Saí da cabana, deixando o meu irmão Micaelis para trás, ainda a dormir. Ele tinha voltado de uma missão à pouco tempo e, sinceramente, invejava-o, porque ele tinha tido a honra de ir entregar a espada ao nosso pai, pessoalmente! Caminhei até à Cabana 1, onde Jason já me esperava.
"Tens tudo? Trouxeste a ambrósia?" Eu estava bastante nervosa e, depois de várias perguntas deste género, finalmente partimos com o nascer do Sol, sabendo que, se seguíssemos o seu movimento, nos manteríamos no caminho certo: Oeste.

Depois de meio dia de caminhada debaixo de um Sol escaldante (obrigadinha, pai), já estávamos exaustos, suados e sem poder dar mais um passo. Ia sugerir que parássemos um pouco, até que Jason avistou um pequeno bosque no horizonte e, a esperança de uma boa sombra e , quem sabe, alguma brisa fresca, nos moveu e continuámos a andar.
Afinal, o bosque não estava tão perto como parecia e quando lá chegamos o Sol já se ia pôr. Mas, afinal de contas, o dia podia ter sido pior. Apesar da árdua caminhada, não tínhamos encontrado ainda nenhum monstro, e estávamos num sítio óptimo para acampar. Ia dizer isto a Jason quando, de súbito, se ouviu o barulho de algo a rastejar.
"Ooops, falei cedo de mais..." Peguei no meu arco e preparei-o com uma seta o mais rápido possível, enquanto Jason a meu lado também se preparava para lutar. Pusemo-nos de costas um para o outro, para aumentar o nosso campo de visão e evitar ataques surpresa. E então, uma criatura apareceu por detrás dos arbustos e dei um grito. Muuiiiito corajoso.


Última edição por Alice em Qua Set 14, 2011 7:30 pm, editado 1 vez(es)

Alice


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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Percy Lovegood em Qua Set 14, 2011 12:29 pm

Continuação

Não podia acreditar... Era mesmo aquilo... Aquela coisa... a Equidna. Eu e Alice estávamos como dois retardados a olhar para ela de boca aberta! Alice não hesitou e disse:

- Bem, podia ser pior...

Eu fiquei assim:

- Hum? Pior? Não me faças rir numa altura destas.

Estávamos prontos para atacar, mas Equidna disse:

- Será mesmo? Dois pobres mestiços em missão? Bem, isto vai ser um bom jantar... Já não comia mestiços à muito tempo...

Entretanto, disse:

- Não estejas tão confiante lagartixa de meia leca. Não irás comer-nos!

Equidna disse:

- Veremos...

Olhei para Alice, e ela para mim, ela tinha o arco, por isso ela atacava de longe e eu de perto pois tinha uma melhor arma para atacar de perto. Equidna começou a rastejar e a rodear-nos, desferi um golpe rápido na cauda dela para a distrair e Alice poder ir para um sitio melhor onde possa atacar com o seu arco. O meu golpe foi inútil, mas Alice conseguiu. Equidna preparava-se para me atacar, quando Alice lança uma flecha certeira no torso de Equidna. Enquanto ela preocupava-se em tirar a flecha, desferi outro golpe com a Anaklusmos. Era suposto ter cortado a cabeça, mas Equidna conseguiu ser mais rápida. Equidna estava fula. E depois ouvi um zumbido perto da minha orelha, outra flecha lançada por Alice passou-me mesmo ao lado da orelha, e acertou na cauda da Equidna (Owo, os filhos de Apolo têm uma habilidade com arcos magnífica). Foi então que tive uma ideia: "Sem cauda ela não consegue rastejar, logo será mais fácil para cortar-lhe a cabeça!". Gritei para Alice lançar flecha atrás de flecha para distrair a Equidna... Alice dispara flechas como um canhão, Equidna estava totalmente concentrada em desviar-se das flechas. Aproveitei o momento e, de repente, a minha espada começa a ficar rodeada de raios e só me apercebi direito que tinha uma espada rodeada de raios quando cortei a cauda da Equidna e esta foi totalmente queimada, e transformada em cinzas. Equidna lançou um estrondoso grito que ecoou em toda a floresta, e "Zás" cortei a sua cabeça de uma vez por todas. Não demorou muito até que o seu corpo desapareceu.

Alice disparando flechas:
Spoiler:

Percy Lovegood


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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Alice em Qua Set 14, 2011 10:21 pm

Depois da Equidna se desfazer em pó ainda ficamos um bocado parados, sem saber bem o que fazer. Depois daquela cena, se queríamos dormir, então teria que ser à vez, ou arriscávamo-nos a ser a ceia de alguma criatura. Jason ofereceu-se para ser o primeiro e eu aceitei sem problemas, pois estava cansada.

A meio da noite, quando a Lua já ia alta no céu, Jason e eu trocamos de postos. Ele dormiria agora até ao amanhecer e eu ficaria de vigia. Peguei no meu arco e trepei a árvore sob a qual Jason dormia. Sentada num ramo a meia altura, teria uma boa visão sobre o que se passava num raio de 20 ou 30 metros à volta do nosso pequeno acampamento. No entanto, as nossas precauções tornaram-se, felizmente, desnecessárias, pois quando o Sol nasceu não havia sinal de mais monstros, tal como acontecera no resto da noite. Desci da árvore e fui acordar Jason para comermos qualquer coisa antes de voltar à nossa aventura.

Seguindo o mesmo sistema do dia anterior, fomos caminhando na mesma direcção que o Sol. Para nosso alívio, apesar de termos saído do bosque, agora viam-se uns agrupamentos de árvores de vez em quando, o que nos dava um pouco de sombra. Após uma hora de caminhada, Jason parou subitamente e perguntou:
- Ouviste isto?
Disse-lhe que não, mas ele levou o dedo aos lábios e fez "Shhh", para que eu me calasse e pusesse à escuta. Quando já ia dizer que ele estava a ouvir coisas, ouvi também: era o barulho do motor de um carro, e não parecia muito longe. Animados, corremos na direcção do som e chegamos a uma estrada. Sugeri que pedíssemos uma boleia, porque estava exausta e não aguentava sequer pensar nas horas que teríamos para caminhar. Jason concordou, pois estava tão cansado como eu. Passados 10 minutos, passou uma carrinha e fizemos-lhe sinal para parar. Passados outros 5 minutos, já estávamos os dois na traseira da carrinha, a sentir o vento na cara, em direcção ao litoral.

Parámos à hora do almoço e fizemos uma espécie de piquenique com o motorista, que era uma muito simpático. Depois, voltamos a fazer-nos à estrada e só paramos ao anoitecer, numa estação de serviço, para abastecer a carrinha e os nossos estômagos. Demos algum do nosso dinheiro mortal ao motorista, e viemo-nos sentar para uma pequena esplanada no exterior, enquanto ele pagava a conta e conversava com a senhora do balcão. Estávamos já sentados quando um homem todo esfarrapado veio ter connosco, a pedir-nos esmola. Não é que não tivéssemos dinheiro, mas não estávamos propriamente numa situação em que pudéssemos dispensá-lo em coisas que não estivessem relacionadas com a missão. Dissemos ao mendigo que não tínhamos nada, mas ele continuava a insistir e a agarrar-se cada vez mais ao meu braço. Até que Jason se levantou num salto e gritou "Alice, cuidado!". Olhei para o que era suposto ser um mendigo e vi um leão com cabeça de homem em vez dele - era uma manticora. Com um movimento rápido, tirei a minha faca e espetei-a nas suas patas (que antes eram os braços do mendigo a agarrarem-me).
- Não podemos lutar com ela à frente dos mortais! Temos que atraí-la até às traseiras! - disse Jason, enquanto chamava a atenção da criatura para si e corria para dar a volta ao edifício.
Quando o corpo de leão se virou, vi uma cauda de escorpião em vez da cauda felina que estava à espera. "Bizarro", murmurei, e fiz o mesmo que Jason, só que na direcção contrária. Por uns momentos, a manticora ficou sem saber quem seguir, mas depois decidiu ir atrás de Jason. Continuei a correr e quando cheguei às traseiras, já o meu companheiro lá estava a enfrentar a criatura. Juntei-me a ele e disse "A cauda! É venenosa! Temos que nos livrar dela." Imediatamente, ele avançou com a sua espada electrificada e começou a atacar a besta. Fiz o mesmo e, quando a oportunidade surgiu, saltei para o seu dorso e fiz-lhe um corte ao longo da espinha. Segundos depois, fui atirada ao chão e, quando a manticora se ia atirar a mim, a sua boca humana soltou um grito, pois Jason aproveitara para lhe cortar a cauda venenosa. Quando ela se voltou novamente para ele, levantei-me e tornei a tentar a minha sorte e saltar para o dorso dela mais uma vez: desta vez fui bem sucedida e consegui espetar-lhe a faca no meio da testa e saltar mesmo a tempo de evitar as suas garras. Estando com a visão debilitada devido ao sangue que lhe escorria da testa, não viu a espada de Jason a cortar o ar e a levar a sua cabeça consigo.
Ainda não dera tempo de o corpo da criatura se transformar totalmente em pó, já se ouvia o ruído de motor e uma voz masculina a chamar alguém. "A nossa boleia! Corre!", disse eu. E assim corremos de novo para a frente da estação de serviço, agarramos o nosso jantar ainda intacto e saltamos para a caixa da carrinha, que já ia começar a andar.
- Já estava a ver que não apareciam! Mas onde raios é que se meteram, afinal?
Demasiado cansados para falar, deixamo-nos ficar em silêncio, a comer à luz das estrelas e, assim que acabamos, fizemos uma bem merecida viagem à terra do sono.


Alice


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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Poseídon em Qua Set 14, 2011 11:34 pm

Poseídon interfere nos sonhos de Alice

Enquanto Alice e Jason viajavam numa desconfortável caixa de uma carrinha, Poseídon interfere nos sonhos de Alice:

Muito bem! Vocês conseguiram demonstrar que a vossa coragem é bem maior do que muitos pensavam... Sei que parece estranho, mas sim, sou Poseídon e entrei nos teus sonhos. Antes demais, desculpa ter interrompido o teu sonho, mas depois dos meus presentes, as minhas dívidas serão pagas justamente. Não vos podia enviar uma mensagem através de Íris, porque estão sendo observados por humanos. Okay, vamos ao que interessa realmente: quando acordares irás encontrar na mochila de Jason um saco com fecho "ZIP" que contém ambrósia e nectar. E também encontrarás dois apitos de bronze. Um para ti e outro para o Jason, quando apitados rapidamente aparecerão 2 velozes cavalos marinhos... Não te esqueças, utiliza-os perto de uma praia, e não te preocupes, eles criarão uma bolha de ar que vos permitirá respirar debaixo de água. Eles levar-vos-ão directamente para a praia mais próxima do vosso destino. Quando estiverem em terra, poderão utilizar o dinheiro humano que está na algibeira de Jason... Tem o suficiente para poderem terminar a missão... Bom, deixo-te agora nos teus fantásticos sonhos de glória e vitória.
Bons sonhos!

P.S.: Aquele haiku que tinhas em mente quando entrei nos teus sonhos estava fantástico!

Continua...

_________________

Poseídon


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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Alice em Qui Set 22, 2011 9:54 pm

No dia seguinte, quando acordamos - assim que deixámos de sentir o andamento do nosso transporte - o Sol ainda estava no horizonte. Cheios de dores no corpo todo, por causa do movimento da carrinha, levantamo-nos a resmungar e fomos ter com o condutor, que estava numa esplanada a beber um café. Decidimos seguir-lhe o exemplo: em poucos minutos estávamos sentados com ele, a saborear duas chávenas de café forte e uns bolos cheios de açúcar.
- Bom, isto é o mais longe que vos posso levar. Boa sorte para o que quer que estejam a fazer e vejam lá se têm cuidado miúdos! - disse o condutor, muito bem-disposto.
Sorrimos-lhe, e acenamos-lhe quando se foi embora. Assim que nos encontramos sozinhos, disse a Jason para abrir a sua mochila. Ele fez o que eu pedi e tirou, muito espantado, um saquinho com ambrósia e néctar e dois apitos.
- O que é isto? E como sabias que estava aqui?- perguntou, muito espantado.
- Bom, tive um sonho com Poseídon, e ele disse-me...
- E agora é que falas nisso?
- Primeiro, não podia dizer nada com o mortal aqui; segundo, eu não tinha a certeza se tinha sido uma visão ou um sonho mesmo. Já agora, verifica os bolsos também.

Depois de contar o meu sonho a Jason (ou pelo menos, as partes que importavam), agradecemos em pensamento as nossas dádivas e caminhamos em direcção ao mar. O cheiro a maresia invadia-nos os sentidos, e a visão das ondas a rebentarem calmamente sob os primeiros raios de sol da manhã era fantástica. A praia, àquela hora, ainda se encontrava vazia. Caminhando ao longo da areia, acabamos eventualmente por ir parar ao outro extremo, onde voltámos à estrada até encontrarmos um porto. Seguimos pelo pontão até estarmos na ponta mais afastada de terra. Aí, pegamos nos apitos e sopramos. Momentos depois, vimos duas criaturas a aproximarem-se de nós, por debaixo de água, que pararam ao nosso lado, à superfície.
- Cá está a nossa boleia. - disse, com pouca vontade de atravessar sabem os deuses quantas milhas montada num cavalo-marinho.
Sentamo-nos na borda do pontão e escorregamos para os dorsos dos cavalos. Assim que estávamos acomodados, mergulhamos imediatamente e, por momentos, sustive a respiração. Depois, percebi que conseguia respirar e lembrei-me do que Poseídon tinha dito acerca das bolhas de ar. Era verdade. Olhei para Jason, que estava um pouco à minha frente, e depois para mim: ambos tínhamos a metade superior do nosso corpo envolvida numa bolha de ar. Era uma sensação esquisita.

Alice


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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Percy Lovegood em Qui Set 22, 2011 10:32 pm

O meu cavalo-marinho lançou um grito ultrasonoro que não percebi. Em seguida, os cavalos levam-nos para a superfície e avistamos uma praia de areia branca, parecia tropical. Os cavalos rebolaram atirando-nos dos seus dorsos, nadamos até à praia que estava cheia de banhistas. Não sabia o que eles conseguiam ver com a névoa, mas felizmente nem reparavam que estavamos ali. Seguimos caminho até a uma via cheia de automóveis, foi ai que vimos uns 5 taxis estacionados. Corremos para o primeiro que vimos, entramos no táxi e o taxista disse:
- Para onde?
Eu pensei: "Espera lá, onde estamos exatamente?". Avistei um sinal de direção na via que dizia "Welcome to Florida", bonito estamos na Flórida. Alice não demorou muito a também avistar o sinal. Alice fez-me uma cara: "Mas para onde vamos afinal?" inspirei fundo, fechei os olhos, e rezei ao meu pai. Uns segundos depois tive um presentimento que tínhamos de seguir caminho para a cidade Oklahoma. Rapidamente, disse:
- Para a cidade Oklahoma.
O taxista fez uma cara como se não tivessemos dinheiro para esta gigantesca viagem, mas Alice também o topou e mostrou o dinheiro que Poseídon havia-nos dado.
Quatro horas, talvez seis horas de viagem e já era noite. Eu e Alice já estávamos a tentar dormir, mais uma noite para ter umas dores de costas horriveis na manhã seguinte.
Acordei com um abanão no carro, tínhamos acabado de passar por cima de uma pedra. Alice já estava acordada, e estava a ler um livro qualquer. Acordei e disse:
- Estamos muito longe?
Alice respondeu:
- Não, já estivemos mais longe. Talvez mais umas 3 horas cheguem.
Virei-me para o condutor e este tinha um jornal no arrumo do carro do lado do passageiro. Perguntei-lhe se podia dar uma vista de olhos para me ocupar durante a viagem. Vinte e cinco minutos depois, começamos a abrandar e derrepente o carro começou a abanar-se todo e a lançar fumo pelo motor. O taxista estacionou, saiu do carro para verificar o motor, e disse:
- Temo que a viagem acabe por aqui, o motor foi à vida e não vejo nenhuma bomba de gasolina ou uma oficina por perto.
Bonito, estávamos parados no meio do deserto onde passam carros de hora a hora. Como vamos safar-nos desta?

Continua...

Percy Lovegood


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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Alice em Ter Set 27, 2011 7:56 pm

O táxi ir-se abaixo fora, sem dúvida, um grande azar. Especialmente se tivéssemos em conta o facto de estarmos parados praticamente no meio de nenhures. Só me apetecia esmurrar o taxista, apesar de saber que a culpa não era dele. Mas quem conduzia um táxi podia ao menos ter um kit de ferramentas consigo. Irritada (ter estado fechada num carro tantas horas não ajudava), agarrei na mão de Jason e comecei a afastar-me do táxi. O condutor apressou-se a seguir-nos e a apresentar a conta. Que lata!
- Ou tudo ou nada! Se não chegamos ao destino, não pagamos. E não pense que vamos ficar aqui horas à espera que alguma ajuda chegue! - dito isto, acelerei o passo.
Quando o táxi e o respectivo condutor já não eram mais que uma mancha amarela longínqua, Jason fez-me parar e disse:
- Talvez devêssemos ter ficado à espera de um mecânico. Afinal, não estas mesmo a pensar em ir a pé daqui até ao Oklahoma, pois não?
Suspirei e perguntei-lhe se tinha uma ideia melhor. A viagem até este ponto tinha demorado horas e horas. De carro, faltavam menos de 3 horas até ao nosso destino. Não podia ser muito mais longe.
Como também ele não estava com disposição para esperar por uma potencial boleia, continuamos a andar. Quando, muitas horas depois, anoiteceu, não nos atrevemos a parar para dormir. Estávamos em território desconhecido. Não sabíamos que tipo de perigos poderiam aparecer, fossem eles humanos ou mitológicos, e aquele espaço aberto não nos oferecia qualquer tipo de refúgio em caso de necessidade.

Antes das primeiras horas da manhã, começamos a avistar luzes. Um grande amontoado delas.
- A cidade! - gritamos ambos ao mesmo tempo.
- Vai uma corrida? - perguntou Jason que, tal como eu, estava bastante animado pela visão das luzes.
Aceitei e começamos a correr. No entanto, não durou muito. A cidade ainda estava longe, mas pelo menos tínhamos a certeza de que chegaríamos lá em breve. E assim foi.

Quando finalmente chegamos ao nosso destino, já amanhecera, e Oklahoma City começava a despertar. As ruas, que tinham estado desertas há meia hora atrás, começavam a encher-se de carros, e já se viam alguns transeuntes madrugadores. Sem saber bem por onde começar a nossa busca, decidimos que era melhor encontrar um sítio sossegado para aguardarmos até que a hora de ponta terminasse, acalmando um pouco o tráfego e o movimento geral. Eventualmente encontramos um pequeno parque e recolhemo-nos para um dos bancos que estavam mais escondidos pelas árvores. Minutos depois, apesar do barulho da cidade, estávamos a dormir.

Acordei com Jason a abanar-me e a dizer "Está na hora; temos de começar as buscas.". O sol já ia alto, e ouviam-se risos de crianças algures no parque. Devíamos estar a meio da tarde. Fomos até ao centro do parque, onde havia um pequeno tanque, e aproveitei o meu reflexo para me pentear. Estava com um aspecto horrível e, como Jason se deu ao trabalho de me lembrar, tanto eu como ele precisávamos urgentemente de um banho. De repente, a única coisa que percebi foi que Jason e eu estávamos os dois a "chapinhar" no tanque.
- Mas porque é que me empurraste, idiota? - desatei a berrar.
Não precisei de resposta: senti um ligeiro cheiro a queimado e vi que o lugar onde eu e Jason tínhamos estado de pé há segundos atrás estava agora todo chamuscado. O mesmo acontecera com o casaco de Jason, mas felizmente o fogo apagara-se devido ao nosso mergulho.
Olhando em volta, procurei pela fonte das chamas. As pessoas que estava no parque estavam agora a fugir para as saídas. Não sei o que a névoa as tinha deixado ver, mas de certeza que não era muito agradável. Quanto a mim, mestiça exausta que não dormia numa cama, descansava ou comia uma refeição caseira há vários dias, quando vi algo literalmente em chamas a vir na nossa direcção, só consegui gritar:
- FOGE!!


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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Alice em Sex Nov 11, 2011 11:29 pm

Correr em competição, correr para apanhar autocarros, correr para fugir da chuva, correr pela boa sensação que isso nos provoca: nada disto se compara a uma corrida pela vossa vida. Acreditem. Ensopados, a fugir de uma espécie de monstro lança-chamas ambulante desconhecido, a nossa corrida foi tudo menos relaxante, revitalizador, ou gratificante. Parecíamos dois loucos pelas ruas da cidade. Empurrávamos as pessoas nos passeios, atravessávamos as ruas sem prestar atenção aos carros e, à nossa volta, só ouvíamos resmungos, buzinadelas e o som dos travões no asfalto. E, atrás de nós, um calor insuportável e os ocasionais vislumbres de algumas labaredas.
- Sin-sinceramente! - disse, com dificuldade em respirar, devido ao esforço físico – O que é que eles estão a ver? - referindo-me aos mortais, obviamente.
- É que nem desconfio.
Continuando na nossa corrida desenfreada e, sem ver para onde íamos (o facto de não conhecermos a cidade também ajudou), acabámos num beco. Sem saber bem o que fazer, encolhemo-nos num canto, escondidos por detrás dos caixotes de lixo, e rezando para que a criatura não nos encontrasse.

Passados alguns minutos, quando achávamos que era seguro sair do nosso esconderijo, uma labareda chamuscou a parede ao nosso lado e o calor que dela emanou reduziu os caixotes de lixo e o seu conteúdo a uma massa verde e mal-cheirosa. Totalmente expostos, observamos a criatura enquanto ela projectava chamas para o chão, aparentemente com pouca vontade de nos grelhar. Quando acabou, voltou-nos as costas e, pura e simplesmente, pirou-se. Ficamos a olhar um para o outro, sem saber bem o que fazer. Depois de um bom bocado, quando se tornou claro que era seguro sair e que a criatura não voltaria, levantamo-nos e ficamos a observar o local para onde a criatura lançara chamas. Havia um estranho desenho, queimado.
- O que é isto? - perguntou Jason.
Comecei a andar à volta da mancha, tentando descobrir algo. Parecia um mapa. Havia um X e um conjunto de linhas e quadrados que se assemelhavam a uma planta. Uma bizarra hipótese começou a tomar forma na minha mente.
- Hey...Jason...De que estamos à procura, afinal?
- Do Lenço de Afrodite, claro!
- Hum.....e...bom....quem é que passa a vida a dar-lhe presentes e a fazer tudo o que ela quer, apesar das suas...aventuras....?
- Hefesto?
- Certo....e....ele é um ferreiro....trabalha com fogo. Fogo, Jason!
Fiquei a olhar para Jason, à espera que a mesma conclusão a que eu tinha chegado se formasse na sua mente. Aos poucos, uma expressão de compreensão e espanto foi se apossando dele.
- Alice, tu não estás a pensar que aquilo...não pode!
- Porque não? Tu viste bem: aquela coisa não nos tocou! Podia ter-nos queimado vivos, mas em vez disso preferiu atacar o chão?
- Sim, mas não achas que isto assim torna as coisas um bocado...fáceis de mais?
- Fáceis? Lutamos com a Equidna, com uma manticora, fizemos não sei quantos quilómetros a pé, debaixo de um sol escaldante, percorremos um oceano! Fáceis? Além do mais, qual é o mal de tentarmos?
Jason suspirou e acabou por assentir. Afinal, era a nossa única pista. Copiamos o suposto mapa e passamos o resto do dia a tentar encontrar um mapa actual e fiel da cidade. Finalmente, conseguimos um num ponto turístico e, depois de compará-lo com o nosso monte de rabiscos, chegamos à conclusão que a criatura tinha-nos mesmo deixado um mapa a sério. Depois de descobrirmos a nossa localização exacta e de traçarmos o nosso percurso, pusemo-nos a caminho.

Já era noite quando começamos a seguir a nossa trajectória. De noite, a cidade ficava com um ar diferente. De certa forma, parecia mais animada e iluminada do que durante o dia. Por entre os bares nocturnos e discotecas, percorremos o nosso caminho e, a altas horas, alcançamos o “X”. Era nada mais, nada menos, do que uma antiga e abandonada estação de metro.

Alice


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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Percy Lovegood em Sab Nov 12, 2011 5:55 pm

Cansados de não dormir discretamente, descemos um lance de escadas que nos levou à estação propriamente dita. Alice começou a inspecionar o espaço enquanto eu...:
- QUE POCILGA! Isto está numa confusão medonha.
- Obrigado, mas já tinha reparado... - disse Alice.
Procurar um lenço simples e delicado naquela estação seria como procurar uma agulha num palheiro. Jornais por todo o lado, anúncios antigos despregavam-se das paredes, bancos partidos, cabines telefónicas em mau estado, lixo em todos os cantos...
- Bem, a noite vai ser longa - disse Alice como se estivesse cheia de energia.
Enquanto procurávamos o lenço entre os jornais do chão e o lixo, descobri finalmente porque é que Afrodite perdeu o seu lenço e fomos em missão procurá-lo, acho que não queria ter o trabalho de o procurar. Nunca deixei de pensar naquele monstro e na hipótese de ter sido enviado por Hefesto, mas fazia todo o sentido, Hefesto ama verdadeiramente Afrodite... Depois de uma longa procura na estação - ups, acho que é melhor... - lixeira, descansamos um pouco num dos bancos sobreviventes.
- Ah, esquece, é inútil, nunca mais iremos achar um lenço aqui, nem sabemos como ele é. - disse Alice
- Pois, tens razão. Afrodite é a deusa do Amor e da Beleza, o lenço deve conter pelo menos um coração ou algo do género. Uma ajudinha do meu pai seria fantástico agora...
- É isso, tu és filho de Zeus!
- Duh, onde estiveste?
- Não é isso tótó, será que consegues criar um pequenino tufão aqui? - perguntou Alice.
- Não sei, vou tentar. Preciso de aperfeiçoar os meus poderes quando voltar ao acampamento.
Levantei-me, fechei os olhos tentando concentrar-me, mas de repente...:
- O que estás a fazer? - interrompeu Alice.
- A tentar concentrar-me, isto não é fácil! E aprecio a tua valorosa ajuda...
- Ah, desculpa!
Fechei outra vez os olhos, inspirei fundo e... correntes de ar começaram a juntar-se formando um tufão. Rodopiavam jornais e lixo à minha volta, mas nada de lenço.
- Já o encontras-te? - perguntei.
- Não, mas continua! - gritou Alice devido ao vento.
Uns segundos depois e comecei a avistar qualquer coisa que brilhava intensamente. Incrível, o lenço é bordado em prata e ouro e tinha um coração no centro.
- Agarra-o! - gritei.
Alice pulava tentado apanhar o lenço, foi então que afim de uns segundos ela apanhou-o. Parei imediatamente com o tufão e agora estava um monte de lixo à minha volta, mas o resto da estação estava limpinha. Corri até Alice e disse:
- Finalmente, já o temos! Vamos, temos de chegar ao Empire State Building o mais rápido possível.
- Jason! Espera, como chegamos lá exatamente?
- Pois, não tinha pensado nisso.
Saímos da estação e numa fração de segundo dois pégasos negros "estacionaram" à nossa frente.
- UAU! São lindos!!! - disse eu.
- YAH! São magníficos!
Corremos na sua direção e pulamos para o seu dorso, seguidamente "descolamos".

***

Estava no meu território, o ar! Sentia-me magnificamente. Alice e eu voávamos a uma velocidade incrível, foi então que avistamos o Empire State Building. Sabia que havia por perto um estábulo, o estábulo dos deuses. Paramos exatamente na sua entrada, e entramos com os pégasos. Os pégasos correram para o feno que ali estava, rebolando nele. Parecia que já conheciam o sitio, se calhar foi um deus que os enviou, o que é o mais provável. Saímos e corremos porta a dentro no Empire State Building. Estacamos em frente do rececionista que lia um livro atentamente. Alice, farta de esperar, dá fortes pancadas na campainha. O coitado do homem ia morrendo de susto e caiu da cadeira.
- 600º andar, por favor! - disse Alice cinicamente.
- Ahhaha, pensas que isso basta? - riu-se o rececionista.
Ergui o lenço de Afrodite e o homem engoliu em seco.
- Muito bem, desfrutem da vossa viagem - disse o homem entregando um cartão especial.
Corremos para o elevador e coloquei o cartão na ranhura. As portas fecharam-se e, de repente, estávamos quase à velocidade da luz subindo o prédio. Uns 5 segundos depois, ouvimos um *DING* e as portas abriram-se. Olhávamos espantados, a grandiosidade e beleza do Olimpo era fascinante! Era capaz de fazer desmaiar um especialista em arte de qualquer tipo. Corremos Olimpo acima até chegar-mos ao templo dos deuses. As portas grandiosas abriram-se no exato momento em que nos preparámos para bater. Parecia que o Olimpo já nos esperava. Entramos, e vimos apenas Zeus, Poseídon, Atena e Afrodite sentados a conversar. Enfim, mal vimos a grandiosidade dos deuses ficamos estacados no mesmo sitio de respiração cortada.


_________________

Percy Lovegood


Dracmas : 71,5
Poder : Raios e Ar
Pégaso : Black Pearl

Ficha Meio-Sangue
Estratégia:
10/1000  (10/1000)
Conhecimento:
10/1000  (10/1000)
Nível:
1/5  (1/5)

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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Alice em Sab Nov 12, 2011 7:29 pm

Ainda era difícil de acreditar! Estávamos no Olimpo! No Olimpo! E, à nossa frente, estavam 4 enormes deuses! No entanto, apesar de não estar propriamente à espera de uma recepção completa, fiquei decepcionada por não ver o meu pai. Mas já deveria saber que isso seria muito difícil, especialmente com todas as regrazinhas dos deuses.
Finalmente, pareceram dar pela nossa presença. Afrodite, com a sua beleza incomparável, dirigiu-se a nós na sua voz melodiosa:
- Olá, meus queridos! Vejo que já chegaram.
-Estava à nossa espera? - perguntei, já que Jason parecia demasiado ocupado a contemplar as vistas.
- O meu marido avisou-me de que estariam aqui em breve. Oh, estou tão contente que tenham encontrado o meu lenço! Como vos posso recompensar?
Jason pareceu sair do seu transe e balbuciou:
- Ah...bom...eu...nós...se não fosse pedir muito...eu...
- Que me dizes a um novo companheiro? - interrompeu Afrodite – De certo que Poseídon me poderia fazer esse favor, não podias?
Seria impossível, para qualquer ser vivo, homem ou mulher, recusar um pedido feito por aquela mulh- deusa, naquele tom de voz e com aquela expressão. O deus do mar assentiu, e ela virou-se para mim:
- E tu, minha querida, haverá algo que eu possa fazer por ti? - Fitou-me, de cima a baixo e, mais uma vez, sem nos dar tempo para pensar sequer, ela própria deu a resposta. Estava a tornar-se irritante. - Oh, esse teu escudo está uma lástima! E é de madeira! Sim, sem dúvida, temos de arranjar isso!
Depois de lhe entregarmos o lenço, fizemos uma vénia, agradecemos e saímos do Olimpo.

Quando chegamos à Colónia, dirigimo-nos à Cabana 1. Lá, em frente à entrada, estava um lindo pégaso negro.
- Olha! Alice, achas que é para mim?
- É claro, parvo! É o teu companheiro! Um amigo irão fazer! O cão é o melhor amigo do homem, mas o pégaso é o melhor amigo de um mestiço!
- Vou chamar-lhe BlackPearl!


Última edição por Alice em Sab Nov 12, 2011 7:31 pm, editado 3 vez(es) (Razão : Recompensas acordadas com os admin.)

Alice


Dracmas : 65,5
Poder : Sol
Pégaso : Dementia

Ficha Meio-Sangue
Estratégia:
10/1000  (10/1000)
Conhecimento:
10/1000  (10/1000)
Nível:
1/5  (1/5)

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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Oráculo em Seg Nov 28, 2011 10:03 pm

Missão: Bem-sucedida
Penalização: 0%;
Razões:***

Prémios:
- 10/10 pontos de Ataque (-0%)
- 10/10 pontos de Defesa (-0%)
- 10/10 pontos de Habilidade (-0%)
- Escudo para Alice e Pégaso para Jason (recompensas já atribuídas)

Qualidade da história: 96% (máx. 100%);
Venceu justamente? Sim;
Nota Total: 90 (máx. 100)
Comentário: Missão bem-escrita, com a sua dose de humor. Mantiveram-se fiéis às suas capacidades.

Oráculo


Dracmas : 10

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Re: Missão - Oráculo

Mensagem  Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 1:20 pm


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