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Oráculo (missão)

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Oráculo (missão)

Mensagem  André Cavalheiro em Dom Set 11, 2011 7:29 pm

Individual ou em Grupo: Individual
Nome do participante: Seddnerd (André Cavalheiro)
Equipamento que irão levar na missão: A minha espada e alguma comida.
Porque quer ir em missão? Anseio por mostrar o que valho no terreno, e por glória.

André Cavalheiro


Dracmas : 87,5
Poder : Mar
Pégaso : Júpiter

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Re: Oráculo (missão)

Mensagem  Oráculo em Seg Set 12, 2011 12:44 pm

Profecia:

Para Nordeste caminharás.
Obstáculos irão surgir.
Os Frutos roubados encontrarás.
Uma amiga Olimpiana farás.

P.S.: Quando falo em frutos, falo dos Frutos Príobidos da Deusa Deméter, com eles poderás tornar-te imortal, e podem dar-te poderes incriveis. Por isso tens de recupera-los e trazê-los à Deusa Deméter, no Olimpo.

Oráculo


Dracmas : 10

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Missão

Mensagem  André Cavalheiro em Seg Set 12, 2011 1:27 pm

Coloquei a mochila ás costas e segui até ao aeroporto de Lisboa. Na mochila tinha a perversa (minha espada) ambrósia, néctar, duas garrafas de água, umas barras de cereais, alguns dracmas e o máximo de dinheiro mortal que consegui arranjar. Assim que cheguei ao aeroporto dirigi-me à bilheteira. Comprei um bilhete para Barcelona para Nordeste tal como tinha dito o Oráculo. Entrei no avião e decidi dormir um pouco. A viagem foi calma, deram-me uma sandes para comer depois decidi ler o jornal que eles ofereciam. Quando o Capitão anunciou a chegada a Barcelona olhei pela janela para apreciar a cidade. Comecei a sentir o avião a aterrar mas de repente voltou a subir atribuladamente. Rapidamente percebi a razão, havia um avião no local de aterragem, mas era um avião estranho podia jurar que linha uma cabeça. Concentrei-me e vi que o avião se transformou num dragão gigantesco. O capitão voltou a falar mas eu não percebi o que ele tinha dito. Peguei na minha mochila e corri para a saída de emergência abri a porta e senti um vento feroz na minha cara. O avião estava baixo por isso saltei. era uma queda de uns vinte metros. Decidi aterrar de costas para que a mochila amortece-se a minha queda, e assim o fez mas agora as garrafas estavam rebentadas e as minhas barras de cereais esmagadas. Peguei numa das garrafas e deitei a agua que ainda restava em cima de mim. Ai senti-me mais forte. Virei-me para o dragão que agora estava mesmo ao pé de mim. Ele abriu a boca e cuspiu fogo, ordenei que agua vertida no chão se elevasse como um escudo. Assim que o fogo atingiu a água criou-se um enorme nevoeiro, tirei a minha espada da mochila e avançei. Era a minha vez de atacar...

André Cavalheiro


Dracmas : 87,5
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Missao

Mensagem  André Cavalheiro em Seg Set 12, 2011 2:11 pm

Avancei por entre o nevoeiro, encontrei a perna do dragão e tentei cota-la mas só consegui fazer uma arranhão, então fiz outro e outro até que consegui cortá-la o dragão gritou de doures e desequilibrou-se caindo. Tentei voltar a atacar mas o dragão acertou-me com a cauda projectando-me uns dez metros. Levantei-me e corri para ele mas ele já esta de pé novamente e cuspiu-me fogo, tentei fugir por isso virei-me de costas mas era tarde de mais o fogo tinha-me queimado as costas provocando dores horríveis. Não fiquei parado mt tempo. Voltei ao ataque aproximando-me do dragão tentando desviar-me das bolas de fogo que ele mandava. Quando cheguei perto da barriga cravei a minha espada, fazendo-o fritar. Enquanto ele estava a gritar desferi outro golpe e outro e outro e outro, estava tão concentrado que baixei a minha guarda e ele aproveitou para atacar esmagando-me coma sua cauda. Estava cheio de dores e com a esperança abalada, tentei contra-atacar com a espada mas o dragão não deixou e atirou a minha espada para longe. O dragão aproximou-se e foi ai que tive a ideia mais brilhante da minha vida. Sendo eu o filho de Poseidon, posso controlara a água e onde é que existe água nos esgotos! Ordenei para que a água viesse á superfície, e assim o foi. O chão rebentou e água saiu por todo o lado, o dragão tentou voar mas eu não deixei fiz com que ela ficasse preso ao chão, fui buscar a minha espada e corri até ao dragão agora imóvel, ele tentou cuspir fogo mas eu ordenava que a água me protegesse e ela assim o fazia. Quando cheguei ao pé do dragão a água elevou-me até ao seu pescoço que eu cortei ferozmente. Ai o dragão transformou-se em pó. Após isso fugi do aeroporto para evitar perguntas e policias. Comprei novas roupas e uma mochila nova, tratei das feridas nas costas e dirigi-me ao centro de Barcelona pois não sabia por onde começar a procurar pelo ladrão.

André Cavalheiro


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Missao

Mensagem  André Cavalheiro em Seg Set 12, 2011 3:57 pm

Quando cheguei ao centro sentei-me num banco, observei todas as pessoas, não fazia a mínima ideia do que fazer, será que estava no lugar certo? A pergunta foi rapidamente respondida quando alguém se sentou ao meu lado. e me deu um saco para as mãos. Era uma rapariga morena, muito bonita.
- Está ai o que pediste agora passa para cá os meu dracmas.
-Desculpa?
-Não te faças de sonso. Está ai o material. Agora paga-me!
-Qual material?
-Sabes o trabalham que tive para roubar isto. Tive de ir ao Olimpo e roubar isso mesmo debaixo do nariz da Deméter
-Tu és o ladrão!
- Claro que sou, eu sou o ladrão e tu és o patrão agora paga-me ou morre!

Assim que ela disse isto tirei a minha espada da minha mochila e ataquei-a, fazendo um enorme corte na sua barriga. Assim que o fixe toda a gente da zona começou a gritar e a fugir, olhei a rapariga que agora se começava a transformar. Os seus cabelos já não eram simples cabelos, agora eram cobra, e os seus olhos brilhavam. Ela era a medusa. Peguei em ambas as mochilas e corri, corri o mais depressa que pude. não me atrevia a espreitar para trás em vês disso olhava para a minha espada que fazia reflexo. O que vi foi horroroso. A medusa não corria ela simplesmente andava. Toda a gente que passava por ela acabava em pedra. Era um total de 6 mortais mortos por minha causa. Foi ai que parei de correr. Olhei uma vez mais para a espada. Vi que so o corpo era transformado em pedra as suas roupas não. Foi ai que tive um plano. Memorizei a rua, onde estavam os carros e onde estavam as pessoas. Fechei os olhos e corri em direcção à medusa. Quando ouvi os seus passos desviei-me para o passeio e subi para um dos carros andando no tejadilho. saltava de carro para carro ate que o meu pé foi agarrado. Sentia as unhas do monstro cravadas na minha pele. Virei-me ainda de olhos fechados e tentei feri-la com a espada, e ela afastou-se largando o meu pé. Continuei a correr agora de olhos abertos pois tinha deixado a medusa para tras. Cheguei ao pé de um mortal petrificado e tirei-lhe os óculos. Coloquei os na cara, era um pouco difícil que ver bem mas era melhor que ser transformado em pedra. Agora podia olhar a medusa nos olhos sem ela me fazer mal...

André Cavalheiro


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Missão

Mensagem  André Cavalheiro em Seg Set 12, 2011 5:34 pm

Ataquei-a sem medo e ela como não tinha arma não se conseguia defender. Ele tentou agarrar-se a mim, numa tentava desesperada de que os óculos saíssem mas eu não deixei. Quando estava pronto para dar o golpe mortal, lembrei-me que ela estava indefesa, e da conversa estranha que tínhamos tido.Então perguntei:
-Porque é que vieste ter comigo? Porque é que achaste que eu era aquele que tinha ordenado o roubo?
- À alguns dias recebi uma mensagem de íris de um tipo disfarçado a dizer que se roubasse os frutos de Deméter ele me pagaria meio milhão de dracmas. Combinamos encontrar-nos em Barcelona. Ele disse para eu cheirar um Semideus e ir ter com ele. Não sei se sabes mas Barcelona é das cidades com menos semideuses. Neste momento tu és o único semideus na cidade inteira. Por isso fui ter contigo mas pelos vistos não és ele.
-Quando ele soube que a Colóna dos mestiços veio investigar o roubo deve ter fugido.
- Se calhar.
Pensei em deixa-la viver mas o risco era demasiado, por isso avancei e cortei-lhe a cabeça. Fechei-lhe os olhos pois o feitiço ainda resultava. Tirei os óculos e coloquei a cabeça na mochila. Agora a única coisa que restava fazer era entregar os frutos à deusa. Decidi apanhar um táxi até estação de comboios pois viajar duas vezes de avião no mesmo dia pode ser considerado um abuso para um filho de Poseidon. Mal comecei a andar senti uma pancada na cabeça e desmaiei...

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Missão

Mensagem  André Cavalheiro em Seg Set 12, 2011 8:40 pm

Acordei acorrentado a uma parede, num quarto vazio apenas com uma janela. Gritei por socorro mas ninguém respondeu. Comecei a pensar numa maneira de fugir, mas era impossível porque eu mal me conseguia mexer. Passado aproximadamente de 45 minutos trancado no quarto alguém entrou. Fiquei espantado com o que via.
-Tu és um centauro!
-E tu és um mestiço ranhoso!
-Porque é que me raptaste?
-Porque estava no plano! Não percebeste? Eu pedi à medusa que roubasse os frutos, mas eu não podia ir buscá-los porque sabia que mal ela tivesse os dracmas me transformaria em pedra. Por isso como sabia que a colónia enviaria um mestiço disse-lhe para procurar um. Se tudo tivesse corrido bem ela petrificava-te por não lhe dares o dinheiro e depois eu de longe mandava-lhe uma seta ela transformava-se em pó e eu ficava com os frutos. Mas assim também correu bem.
-Para que queres os frutos? O seu poder só resulta com semideuses.
-Por isso mesmo. Vou vender estes frutos a semideuses, vou ficar rico mas esse não é o único objectivo. Estes frutos vão despertar uma guerra entre mestiços. Todos querem poder mas ninguém vai acabar por ficar com ele.
- Não vais triunfar!
- Sabes aquilo sobre os telefones e os mestiços? Os mestiçoos não podem fazer chamadas pois não? Pois eu acabei de fazer umas por ti. Dezenas de monstros estão a vir nesta direcção e tu nem te vais pode defender. MUAhhhh

Nesse momento ele saiu pela porta, eu não sabia o que fazer. Mal me conseguia mexer. Rezei a meu pai, rezei a Zeus, e rezei a todos os deuses que conheçia com a esperança de que algum me ajudasse...

André Cavalheiro


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Intervenção Divina

Mensagem  Atena em Seg Set 12, 2011 10:21 pm

Depois de assistir ao que se passara no quarto através da janela, a Deusa resolveu intervir. Já era a segunda vez que ajudava um filho de Poseídon, mas não se importava muito. Afinal, mais tarde, ela faria o velho Algas pagar por isso.
Entrou no quarto onde o miúdo estava acorrentado, sem que o centauro sequer desse pela sua presença. Retirou a sua espada da bainha e apontou-a ao mestiço, que olhou para ela com um olhar assustado.


- Sabes quem sou?

Sem esperar uma resposta, cortou as correntes que aprisionavam o rapaz e tornou a guardar a espada.

- Se fores esperto, saberás que, sem o seu arco, o centauro não fará grande coisa. Também saberás resistir à tentação e fazer o que é certo. Os frutos não são algo para se tomar de ânimo leve. Não queiras ser igual àquele que te trancou aqui: ambicioso. A recompensa espera apenas aqueles dignos dela.

Ditas estas palavras, virou as costas ao rapaz e desapareceu no meio de um clarão de luz.

Atena


Dracmas : Infinito
Poder : Deusa da Sabedoria
Pégaso : Amadeo

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Missão

Mensagem  André Cavalheiro em Ter Set 13, 2011 6:40 pm

Não fiquei parado muito tempo embora estivesse pasmado por ver uma deusa. Corri para a porta e quando a abri, vi o Centauro do outro lado da cozinho com a mochila que continha os frutos. Seguindo o conselho da Deusa corri até ao arco que estava em cima da mesa de madeira no centro da divisão. O centauro fez a mesma coisa e sendo ele metade cavalo chegou lá primeiro mas eu sem medo projectei-me por cima da mesa e deitei-o ao chão. Apanhei o arco e atirei-o para longe, de seguida fui buscar a minha mochila que continha a cabeça da medusa e a minha espada. Ouvi o som de cascos e apercebi-me de que o cavalo estava atrás de mim por isso tirei a cabeça da medusa da mochila e mostrei-a ao centauro. Ele estava com uma faca de cozinha na mão e a menos de um metro de mim. Lentamente o seu corpo começou a ser petrificado. Voltei para a cozinha, tirei a espada e a medusa da minha mochila e coloquei-os na mochila dos frutos. Olhei para eles, não eram uns frutos normais. Brilhavam e tinham um tom dourado. Pela primeira vez senti-me tentado a comer um, MESMO MUITO TENTADO, mas então lembrei-me das palavras da Deusa e fechei a mochila. Comecei a sentir a terra a tremer como se algo pesado estivesse a andar. Corri para o frigorífico e bebi água pois estava cheio de sede. Aí tive uma ideia. Abri um congelador e estava lá um saco com alguns pedaços de carne. Peguei no isqueiro que estava ao pé do fogão e queimei a mesa de madeira. Deitei para lá dois bifes e disse:
- Atena.
Depois como prometido deitei outros dois bifes e disse:
- Zeus, obrigado por me teres deixado andar de avião.
Depois olhei para o arco do centauro no chão e tive outra ideia. Deitei mais dois bifes para o fogo e disse:
- Artémis e Apolo, deuses do Arco e flecha, dêem-me uma boa pontaria, para poder sobreviver aos monstros que se aproximam.
Dito isto peguei no arco e em todas as flechas que encontrei e saí de casa. Agora a terra tremia mais, algo gigantesco se aproximava. Olhei para o lado, e lá estava a maior Hydra que alguma vez vira...


Última edição por André Cavalheiro em Ter Set 13, 2011 10:45 pm, editado 1 vez(es)

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Missão

Mensagem  André Cavalheiro em Ter Set 13, 2011 9:14 pm

Embora apavorado comecei a pensar. A forma mais rápida de derrubar uma Hydra é cega-la. A Hydra tinha um total de sete cabeças o que significava catorze olhos o que era bom porque eu tinha dezasseis setas. A cabeça do meio começou o ataque cuspindo fogo, logo eu desviei-me sabia que o meu primeiro alvo seria aquele. Preparei duas setas de uma vez fiz pontaria e rezei para que Apolo e Artémis tivessem ouvido os meus pedidos. Disparei as setas e ambas acertaram em cada um dos olhos da cabeça do meio da Hydra. Sorri mas o tempo de festejar não foi muito. Enquanto umas das cabeças gritava de dores as outras seis começaram o ataque. Uma das cabeças tentou comer-me mas sem sucesso. Preparei outra seta, desta vez só uma para não abusar da sorte. Disparei e acertei no olho de outra cabeça. Neste momento cinco cabeças tentavam cravar os dentes na minha pele ou esmagar-me por isso guardei o arco rapidamente e tirei a espada. Uma das cabeças investiu e eu ataquei Fazendo um arranhão fundo na bochecha de uma cabeça. Outra das cabeças tentou esmagar-me, saltei para o lado caindo, agora estava vulnerável, por isso uma das cabeças tentou comer-me. Pus o braço à frente da cara, e senti os dentes do animal cravados no meu braço porém espetei a espada na boca da cabeça trespassando os lábios depois arrastei a espada até á ponta fazendo um corte gigantesco. A cabeça gritou e eu libertei o meu braço. Cheia de fúria a cabeça a quem eu tinha feito um arranhão na bochecha atacou imprudentemente. Desviei-me facilmente e espetei espada no olho da cabeça. A cabeça elevou-se no ar e eu segurando a espada fui elevado no ar. Arranquei a espada do olho dela e ela abanado a cabeça e projectou-me no ar. Outra cabeça tentou comer-me enquanto eu estava no ar mas eu mandei a minha espada como se esta fosse uma lança e ela acertou no nariz da cabeça. Estava prestes a embater no chão quando reparei que ia aterrar numa tampa de esgoto. Ordenei para que as aguas submersas se elevassem e assim o fizeram, amortecendo a minha queda. Ordenei que as águas corassem o meu braço que tinha sido mordido e as minhas costas que tinham sido queimadas pelo dragão na manhã anterior. Quando as águas sujas dos esgotos acabaram eu tirei o arco da mochila. Armei-o com três setas e apontei-as á Hydra, mas eu sabia que aquilo não era suficiente para a matar. Olhei para o resto da rua que tinha chamas provocadas pela cabeça do meio. Dirigi-me ao fogo e coloquei a ponta das setas no fogo e voltei a apontá-las à Hydra. Disparei e acertei na Barriga do monstro. De imediato a cabeça cega do meio da Hydra começou a cuspir fogo ao acaso e as outras começaram a destruir tudo à sua volta contorcidas de dores. Pensei em esperar que ela morresse para reaver a minha espada mas era muito perigoso ficar na área pois monstros estavam a chegar. Corri, corri e corri. Não parei um momento durante o que me pareçeram ser horas. Por fim parei num beco Abri a mochila e tirei o arco e os frutos para confirmar que estavam bem. Porem não encontrei as setas. Deviam ter caído enquanto corria. Por fim tirei a cabeça da medusa, e apercebi-me que todo aquele esforço da luta contra a hydra podia ter sido evitado...

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Mensagem  André Cavalheiro em Ter Set 13, 2011 11:16 pm

A cidade estava cheio de monstros à minha procura. Não podia ficar muito tempo num sitio por isso, peguei na cabeça da medusa e comecei a andar pela cidade, a pensar em como chegar ao Empire State Building. Andei durante alguns minutos. Nesse espaço de tempo vi um par de criaturas que pareciam vampiros e um morto-vivo. Petrifiquei-os a todos. Até que tive uma ideia (Idea) Podia sair de Barcelona de Comboio. Depois ia até Lisboa e seguia num navio até Nova Yorque. Assim que chegasse ao navio, ordenava às aguas que o levassem o mais rápido possível e estaria no Olimpo de madrugada. Caminhei até à estação de comboio e quando estava quase lá guardei a cabeça pois nunca conseguiria entrar num comboio com aquilo. Cheguei lá, comprei um bilhete e entrei num comboio. Rezei aos deuses para que não houvessem mais obstáculos, mas sabia que isso era pouco provável. Dormi durante a viagem, cheguei a Lisboa de noite. Não fazia ideia se haveria barcos a esta hora. Fui me informar e por sorte havia um cruzeiro que ia dar a volta ao mundo, e a primeira paragem era Nova Yorque. Infelizmente o preço era mais caro do que de um barco normal. Não tinha metade do dinheiro preciso e tinha de o arranjar e rápido...

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Mensagem  André Cavalheiro em Qua Set 14, 2011 5:42 pm

Tinha apenas um terço do dinheiro preciso. A minha ideia inicial era roubar, porém sabia que não era correcto fazê-lo por isso coloquei essa ideia de lado porque só a iria usar em casos extremos.Pensei, pensei e pensei mais um pouco mas nada me surgi. Tirei tudo o que tinha na carteira. Algumas notas de mortais e um total de duzentos dracmas. Lembrei-me do que é que os dracmas eram feitos: de ouro e ai tive uma ideia genial. Toda a gente gostava de ouro até os mortais. se eu conseguisse derreter os duzentos dracmas devia valar uns cinco mil no mercado negro. Se pedisse apenas três mil, os criminosos podiam comprar-mos ainda hoje. Agora só precisava de encontrar um formo de temperaturas extremas. Andei um pouco na rua até avistar uma padaria. Forcei a entrada e pus o forno a funcionar. Deixei cinco dracmas em cima da mesa para compensar o padeiro. O resto das moedas de ouro foram para o forno. Tive de esperar algum tempo, até que finalmente as moedas derreteram. Coloquei o liquido denso e escaldante, numa panela e deixei arrefecer. Felizmente antes de ser levado para a colónia, tinha feito alguns contactos no mercado negro de Lisboa. Dirigi-me a uma casa, que costumava ser um ponto de encontro de um gang. Entrei e não fiquei lá muito tempo. Revi uns amigos, mostrei o ouro, disse o meu preço e depois deles confirmarem que era ouro verdadeiro deram-me o dinheiro. Olhei para o relogio e tinha apenas sete minutos ate ao cruzeiro partir, por isso comecei a correr. Corri, corri e corri, não parei um segundo. Quando cheguei lá o barco estava a partir. Gritei para que pararem mas eles não pararam. Dirigi-me à bilheteira para comprar o bilhete.
-O barco partiu, já não o apanhas.
-Isso pensa a senhora dê-me o bilhete que eu trato do resto.
Ela lá vendeu. Eu coloquei-o na mochila e saltei para a água. ordenei para que as aguas me darem mais velocidade, e em trinta segundos, estava no barco. Mostrei os bilhetes, e eles levaram-me ao meu quarto, tinha sido por um triz...

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Mensagem  André Cavalheiro em Qua Set 14, 2011 6:26 pm

Enquanto os mortais dormiam, eu fiquei cá fora a olhar para o mar e a fazer com que as águas movessem o navio mais depressa. Não fazia ideia de que horas eram. Adorava olhar para o mar, porém fui interrompido por um jovem mais ou menos da minha idade. Ela era a rapariga mais bela que alguma vez vira. Era loira, e os seus grandes olhos azuis prendiam a atenção de qualquer rapaz. Depois de tantas vezes ser enganado, sempre que via uma rapariga bonita aproximava-se da sua arma.
- Olá. - Disse ela. a sua voz era como uma nota musical. Uma voz doce e jovem, o que fazia ainda mais difícil de resistir.
- Olá. O que faz uma rapariga tão atraente fora da cama a estas horas?
Ela riu-se e então respondeu:
- Não conseguia dormir. E tu?
- Gosto de olhar para o mar. E prefiro fazê-lo à noite pois ninguém me incomoda.
- Oh, então eu devia ir.
Agora estava confirmado, ela não era um monstro. Se assim o fosse não se iria embora.
- Não fica.
Passamos a noite toda a falar sobre nos mesmos. Contamos onde vivíamos, como tinha sido a nossa infância, actividades preferidas, porém senti que ela me estava a esconder algumas coisa. Mantive-me sempre concentrado nas águas e quando o sol começou a nascer já se avistava a estátua da liberdade.
- Este cruzeiro é mesmo rápido.
- Deve ter um super motor ou algo do género. - menti eu.
- Deve.
- Então e estas aqui com os teus pais?
- Sim, e tu?
- Sozinho. -Respondi.
- A sério? Mas tens só quatorze anos.
- Acho que eles não se importam muito com isso. Só querem é dinheiro.
- Lá isso é verdade. Agora é melhor voltar para o quarto ante que os meu pais acordem. Amanhã aqui à mesma hora ok?
- Temo que amanha já não estarei no cruzeiro.
- O que? porque?
- Se te contasse não acreditavas.
- Ja vi muitas coisas.
Nesse momento ouvi um barulho e instintivamente tirei a cabeça de medusa da mochila mas mantendo os olhos dela sempre fechados.
- Isso é uma cabeça.
Abri a boca de espanto.
- Tu vez através da névoa!
- O quê?
Nesse momento a buzina do barco tocou a avisar que, o barco estava a chegar á costa. Guardei a espada porque daqui a nada o local estaria cheio de mortais.
Olhei para ela. Tinha medo nos olhos. Quando as pessoas chegaram dirigi-me á porta. Até que ela disse.
- 952234834
Olhei para trás e ela continuava com a mesma expressão. não sabia o que aqueles números significavam mas decorei-os. Deixei o navio e dirigi-me ao empire state building até que me apercebi aqueles números eram um numero de telefone...


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Mensagem  André Cavalheiro em Qua Set 14, 2011 8:35 pm

Parei no caminho num café para anotar o numero de telefone num guardanapo. Coloquei-o no bolso e segui caminho. Estava mesmo a dois metros do meu objectivo, quando ouvi o som de cascos de cavalo. Não era só um centauro mas sim dez. Olhei à volta e estava rodeado.
-Não te podemos deixar passar.
O meu instinto foi tirar a cabeça da medusa da mochila mas assim que mexi a mão uma flecha acertou-me na mão. Baixei-me com dores.
- Dá-nos os frutos.
- Preferia morrer.
Assim que disse estas palavras flechas de todas as direcções vieram contra mim. Saltei e fiz um mortal no ar. Comecei de imediato a correr na direcção do Empire state building, enquanto os centauros preparavam outra seta. Empurrei dois deles que se meteram no meu caminho. Quando cheguei ao prédio pedi a chave para o 600 andar.
- Não há nem 600 andar!
Arranquei a seta da minha mão e encostei-a ao pescoço do homem!
- A chave!!!
De imediato ele deu-ma e eu corri para o elevador. Mal rodeia a chave um novo botão apareceu. Cliquei nele e as portas começaram a fechar-se. Um centauro ainda tentou mandar uma flecha mas as portas já estavam fechadas.
O elevador subiu, e quando parou, eu estava numa cidade grega magnifica.
Fui até ao palácio. Segui um enorme corredor até chegar a uma porta. Empurrei-a e então vi 12 tronos enormes. Tentei falar mas não conseguia devido ao espanto.
- Avança pequeno herói. - Disse aquele que julguei ser Zeus.
Avancei e de imediato reconheci a deusa que me tinha ajudado Atena. Não prenunciei uma única palavra no entanto ela disse.
-Não tens de quê rapaz.
Por fim consegui finalmente falar.
- Eu recuperei os frutos proibidos de Deméter. O ladrão foi petrificado. - Acabei por contar a minha aventura do inicio ao fim. Olhei para as caras dos Olimpianos. A maior parte das expressões deles eram impossíveis de ler porém do que percebi estavam bastante interessados.
- Muito bem rapaz. - Disse por fim uma deusa. - Eu sou Deméter, e estou te grata por teres recuperado os frutos. devo admitir que pensei que não irias conseguir. agora entrega-me os frutos.
Abri a mochila e tirei os dez frutos dourados. Entreguei-os à Deusa que de seguida disse:
- Serás recompensado. - nesse momento a deusa estalou os dedos e a minha espada apareceu na minha mão.
- Muito obrigado.
Estava prestes a virar costas quando a Deusa falou outra vez.
- Ainda não acabei. Esta oferta que te vou fazer não depende só de mim mas do teu pai também. Se ele concordar, quando fizeres dez missões poderás comer um dos meus frutos e tornar-te imortal e invencível.
- Estou-lhe muito grato disse eu.- de seguida a Deusa estalou os dedos e eu já não estava no Olimpo mas na colónia dos mestiços. A minha mochila tinha desaparecido e com ela a cabeça da medusa. Só tinha a minha espada. Olhei para o meu braço que estava curado. De seguida lembrei-me. Verifiquei o bolso e o numero de telefone da rapariga tinha desaparecido...


O fim!



André Cavalheiro


Dracmas : 87,5
Poder : Mar
Pégaso : Júpiter

Ficha Meio-Sangue
Estratégia:
10/1000  (10/1000)
Conhecimento:
10/1000  (10/1000)
Nível:
1/5  (1/5)

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Re: Oráculo (missão)

Mensagem  Oráculo em Sex Set 16, 2011 8:43 pm

Missão: Bem sucedida;
Penalização: 0%;
Razões: ****

Prémios:
- 10/10 pontos de Ataque (-0%)
- 10/10 pontos de Defesa (-0%)
- 10/10 pontos de Habilidade (-0%)
- 10/10 Dracmas (-0%)

Qualidade da história: 92% (máx. 100%);
Venceu justamente? Sim;
Nota Total: 89 (máx. 100)

Oráculo


Dracmas : 10

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Re: Oráculo (missão)

Mensagem  Poseídon em Sex Set 16, 2011 10:16 pm

Desculpa Deméter, mas não aceito, os frutos são para tu protegeres, não tentes ficar livre deles oferecendo-lhes a mestiços.

_________________

Poseídon


Dracmas : Infinito
Poder : Deus dos Mares
Pégaso : Sicílus

Ficha Meio-Sangue
Estratégia:
1000/1000  (1000/1000)
Conhecimento:
1000/1000  (1000/1000)
Nível:
5/5  (5/5)

http://percyjacksonpt.foruns.com.pt

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Re: Oráculo (missão)

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